POEMA QUASE MORTO

Entrego-te este poema
quase morto
Que em seu último fôlego
Ainda luta prá te escrever.
Palavras
rasgadas dentro do peito
Tentativa inconstante de rascunhar à
sangue
O desespero que vem de dentro.
Sujar a
folha em branco
Com seu pranto triste a escorrer
Palavras quase mortas e tortas
Desejando ainda sobreviver.
Um poema
quase morto
Que respira tão pouco...
Cada lembrança do teu ser
Entrego-te
agora
Suas poucas horas de viver.
Na esperança de teu sopro de vida
Fazê-lo voltar a te escrever.
Leni Martins
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